Website institucional · 2026
Era eu, era minha mana
Website do projeto
Com a marca pronta, o projeto Era eu, era minha mana ganhou um site: a casa da pesquisa, do minidocumentário e do encontro de mulheres capoeiristas no Vale do Capão. A RyuKá fez o webdesign, organizou o conteúdo e construiu o site inteiro, do wireframe ao ar.
Visitar o site ↗
- páginas: início, o projeto, a pesquisa, equipe e galeria
- 5
- protagonistas do minidocumentário, cada uma com a sua história e a sua fala
- 3
- de desempenho no celular, medido no site no ar
- 99/100
O desafio
Um encontro com data marcada e uma pesquisa que precisava ficar.
O site tinha dois trabalhos. Antes do encontro, levar as pessoas à inscrição e à programação. Depois dele, guardar a pesquisa (entrevistas, relatos, fotos e o documentário) como um acervo aberto sobre a capoeira do Capão. E tudo isso tinha que abrir bem no celular, com a conexão que a pessoa tiver.
O que foi feito
A marca virou página
O Morro Branco e as duas capoeiristas abrem o site como abrem o cartaz. A cena se ajusta à tela: no celular em pé, o desenho fica em cima e o texto embaixo; deitado ou no computador, o texto se apoia sobre a paisagem. Logo depois, a ladainha de Mestra Samme dá o tom.
Primeiro o encontro
Na página inicial, o caminho é direto: inscrever-se ou ver a programação. Os dois dias aparecem no mesmo desenho dos posts do Instagram, com horário, lugar e atividade, e o botão de inscrição leva ao formulário.
A pesquisa com rosto
A página da pesquisa conta como ela foi feita, com as perguntas que a guiaram, e apresenta as três protagonistas do minidocumentário com foto, história e uma fala de cada uma. Depois vêm os registros de campo, quem fez a pesquisa, o material de consulta e um relato longo da história da capoeira no Vale.
Todo mundo que fez acontecer
Uma página pra equipe técnica, com cada retrato na moldura da marca, e uma faixa de realização e apoio com as marcas do edital e de nove apoiadores locais. Cada logotipo é ajustado pelo tamanho que parece ter, não pela altura, pra nenhum apoiador parecer maior que o outro.
Leve e fácil de achar
Um site sem banco de dados nem painel: abre rápido e custa quase nada pra manter. Fontes servidas pelo próprio site, fotos em formato leve, título e descrição em cada página, mapa do site pro Google e uma prévia bonita quando o link é compartilhado no WhatsApp. As visitas são contadas sem cookies, na central da RyuKá.
Tudo o que foi entregue (9)
- Webdesign no Figma a partir da identidade visual do projeto, do wireframe às páginas finais.
- 5 páginas: início, o projeto, a pesquisa, equipe técnica e galeria.
- Abertura ilustrada que se ajusta à tela: celular em pé, deitado ou computador.
- Programação do encontro no mesmo desenho dos posts e botão direto para a inscrição.
- Página da pesquisa com as perguntas que a guiaram, as três protagonistas do minidocumentário, registros de campo, material de consulta e relato histórico.
- Equipe técnica e faixa de realização e apoio com as marcas do edital e de nove apoiadores locais.
- Site estático e rápido: 99 de 100 em desempenho no celular (Google Lighthouse, outubro de 2026).
- SEO técnico: título e descrição por página, dados estruturados, mapa do site e prévia de link para WhatsApp e redes.
- Contagem de visitas sem cookies, na central de visitas da RyuKá.
O que mudou
- Do post à inscrição Quem chega pelo Instagram encontra a programação e o botão de inscrição logo na abertura.
- A memória fica Depois do encontro, a pesquisa, as protagonistas e os registros seguem no ar.
- A mesma cara O site continua o que o cartaz e os posts começaram.
Este projeto é um Website institucional. Ver como funciona →